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Gean Loureiro: Se Não Tem Serviço Público, Que os Trabalhadores Comam Asfalto

Um ano antes do período eleitoral, as ruas de Florianópolis começaram a ser pintadas de preto, as escolas e postos de saúde ganharam uma demão de tinta e as pracinhas foram embelezadas. As obras de última hora de Gean são um espetáculo midiático para o programa eleitoral de TV, que esconde a realidade embaixo da tinta e do piche. Enquanto a cidade fica com a casca bonitinha na telinha, o conteúdo das condições de trabalho e da vida real dos trabalhadores segue em ritmo constante de apodrecimento.

É preciso entender de onde Gean vem tirando o recurso para essas obras. Primeiramente, durante todos seus anos de gestão, fez um ajuste que liquidou o plano de cargos e salários dos servidores municipais, ampliou a privatização da educação e da saúde via a entrada das Organizações Sociais (OS) e congelou a contratação de novos profissionais nas mais variadas áreas. Com isso, a rede de atenção à saúde da família e de atendimento psicossocial está sendo desarticulada; quase metade dos profissionais da educação são contratados via acordos temporários de trabalho sem qualquer estabilidade; a COMCAP se encaminha para a privatização; e a assistência social tem o mesmo número de profissionais que tinha em 2014 enquanto aumenta de forma exponencial a pobreza no município.

Em paralelo, o prefeito rasgou o plano diretor e ampliou a liberação de terras para a construção de empreendimentos imobiliários de luxo, fazendo crescer em quase 34% a arrecadação de IPTU nos três primeiros anos. Como contrapartida, expulsou a população mais pobre para longe da ilha e devastou o meio ambiente de Florianópolis.

A mensagem do prefeito é clara: aos trabalhadores de Florianópolis um copo de piche. Muito asfalto e pouco serviço público.

A mudança não virá de cima. Aos trabalhadores resta a mobilização, organização e politização. Esse é o intuito do nosso futuro mandato revolucionário na câmara de vereadores. Mais do que nunca, é tempo de revolução em Florianópolis!

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