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Manifesto

Os trabalhadores de Florianópolis enfrentam os mesmos problemas do restante dos trabalhadores brasileiros: alto nível de desemprego, altas taxas de informalidade, remuneração insuficiente e uma crescente taxa de exploração. 

Somente a organização revolucionária dos trabalhadores pode reverter essa tendência. É com esse intuito, que lançamos nossa candidatura e nosso manifesto.

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Manifesto

Os trabalhadores de Florianópolis enfrentam os mesmos problemas do restante dos trabalhadores brasileiros: alto nível de desemprego, altas taxas de informalidade, remuneração insuficiente e uma crescente taxa de exploração.
Somente a organização revolucionária dos trabalhadores pode reverter essa tendência. É com esse intuito, que lançamos nossa pré-candidatura e nosso manifesto.

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Manifesto

Os trabalhadores de Florianópolis enfrentam os mesmos problemas do restante dos trabalhadores brasileiros: alto nível de desemprego, altas taxas de informalidade, remuneração insuficiente e uma crescente taxa de exploração.
Somente a organização revolucionária dos trabalhadores pode reverter essa tendência. É com esse intuito, que lançamos nossa candidatura e nosso manifesto. 

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É tempo de revolução em Florianópolis!

 Manifesto de lançamento da candidatura de Mauricio Mulinari a vereador 

A classe dominante declarou guerra contra nossas vidas. Desde os impactos da crise capitalista internacional no Brasil em 2009, trabalhadores e trabalhadoras não tiveram um minuto sequer de descanso diante da ofensiva da elite contra os direitos trabalhistas e sociais. Com isso, já são mais de uma década de ataque incessante contra as condições de vida do povo, onde as derrotas foram muitas e continuam a se acumular. É sobre essa base de profunda deterioração da vida que a pandemia do Covid-19 intensifica os efeitos da exploração dos trabalhadores. Diante disso, o povo brasileiro está cada vez mais pobre, desamparado e indignado com “tudo que está aí”.

O direito ao isolamento social é reservado apenas a uma pequena parcela das camadas médias. Ao povo trabalhador, resta o contágio nas fábricas, nos supermercados, no comércio, na construção civil e nos transportes. Vemos a crise sanitária ser utilizada como desculpa para Bolsonaro amplificar a ofensiva contra suas vidas. Enquanto aprova a redução de jornada com redução de salários e um auxílio emergencial de míseros R$ 600, entrega para os banqueiros de forma gratuita, e sem contrapartidas, mais de R$ 1,2 trilhão. Assim se aprofunda dramaticamente o abismo social no Brasil.

Florianópolis não é exceção nessa dinâmica.  Se a ideologia dominante trata a cidade como “Ilha da Magia”, a ofensiva da elite nacional e local na última década tem transformado em pesadelo a vida dos trabalhadores e trabalhadoras que aqui são ampla maioria. Ainda em 2019, entre desempregados, subempregados e desalentados, a cidade já somava 47 mil pessoas. Isso representava quase 20% da força de trabalho do município. Já a informalidade, abrangia 42% das ocupações. Longe de um paraíso, há décadas a cidade se especializa na produção de empregos precários associados à indústria da construção civil e sua dinâmica de especulação imobiliária e devastação da natureza; ao setor de serviços associados ao turismo sazonal e predatório; e ao comércio com seus baixíssimos salários e alta rotatividade.

Esta situação está em ritmo acelerado de agravamento em 2020. Somente em março e abril, a cidade perdeu 10 mil empregos formais. Para aqueles que ainda mantêm a carteira assinada, o projeto de Bolsonaro de suspender contratos ou reduzir jornada com redução de salários foi cruel. Hoje, quase metade dos trabalhadores formais da cidade (48%), tiveram seus salários reduzidos. A perda salarial, a depender do caso, oscila entre 12% e quase 42%.

Por sua vez, o prefeito Gean Loureiro, que vive da marketagem de defensor da saúde, cortou durante todos os anos de sua gestão o orçamento da área. Desde o último prefeito César Souza até o atual, a participação do orçamento municipal da saúde foi reduzida de 20% para 17%. Em paralelo, Gean aprovou com base em muita bomba de gás lacrimogênio e spray de pimenta o projeto “Creche e Saúde Já”. Nele, abriu os setores da saúde e educação públicas para a gestão via Organizações Sociais (OS), uma forma flagrante de privatizar o serviço público e reduzir significativamente a capacidade de controle social. As OS se multiplicam e contaminam a cidade, tornando-se o principal epicentro da corrupção que ocupa os noticiários.

Este projeto não se restringe apenas à saúde e à educação. Atinge também o saneamento básico, a assistência social, a organização da cultura, o transporte público e todas as demais áreas sociais. Com isso, pioram as condições de trabalho de professores, profissionais da saúde, funcionários da COMCAP e de todos os demais servidores públicos através da flexibilização das relações de trabalho; aumenta a poluição em praias e lagoas com o corte de 80% no gasto com saneamento; reduz-se a capacidade de atuação dos profissionais da assistência social; extinguem-se os recursos para os artistas locais e; o transporte público se torna caro e de baixa qualidade. Em contrapartida, grande parte dos recursos do município, por meio de legislação tributária favorável aos grandes empreendimentos, têm sido direcionados para as mãos dos poderosos. Ou seja, também aqui a ofensiva da classe dominante encontra seus representantes mais fiéis e eficientes.

O discurso da resistência por si só não é capaz de barrar esta ofensiva. Pelo contrário, resistir em defesa do sistema que temos tornou-se instrumento indispensável para o discurso de Bolsonaro e da extrema direita. O atual presidente continua alimentando uma narrativa antissistêmica, como se fosse o único capaz de livrar o Brasil do seu sistema político apodrecido. Se, por um lado, Bolsonaro perde parte da popularidade “conquistada” nas eleições de 2018 ao permanecer no ataque contra o povo trabalhador, por outro lado, solidifica seu grupo de apoio cada vez mais orgânico e agressivo. Assim sendo, enquanto o discurso de resistência não se transformar em práxis revolucionária ofensiva, Bolsonaro e a extrema direita militarizada permanecerão enquanto forças incidentes na política brasileira – independentemente do que possa vir a acontecer ainda em seu governo.

Já o que tem aparecido como oposição ao governo de Bolsonaro não tem sido um projeto que signifique o fim da ofensiva da classe dominante. Afinal, tanto STF, Rede Globo, Rodrigo Maia, Alcolumbre, governadores à la Dória, Witzel e Moisés, prefeitos como Gean Loureiro, bem como celebridades à moda Luciano Huck, compactuam da mesma ofensiva contra os trabalhadores. Esses defenderam abertamente, e atuaram decididamente, em todas as contrarreformas que atacaram os direitos sociais e trabalhistas ao longo dos últimos anos. São entusiastas das privatizações e de um modelo de sociedade sem qualquer serviço de atendimento público. Em suma, se não compactuam com Bolsonaro em sua política genocida em torno do coronavírus, aliam-se a ele e a Paulo Guedes quando o assunto é o programa ultraliberal de liquidação da vida dos trabalhadores.

Por isso mesmo, sem referências políticas, a enorme maioria dos brasileiros, catarinenses e florianopolitanos se encontra desorientada. Não sabem por onde marchar diante de tamanho estrago causado em uma década. A juventude trabalhadora, por sua vez, não vislumbra mais nenhum horizonte de futuro para além do assalariamento em condições precárias por meio de contratos “uberizados”. Enquanto isso, defensores do serviço público e da soberania nacional não conseguem mais articular suas lutas em larga escala, ficando sempre limitados a enfrentamentos pontuais e corporativos, sem conseguir massificar suas pautas. A falência do social-liberalismo até então vigente, somado à redução do horizonte político dos trabalhadores que se veem condenados à mera defesa de um Estado “bondoso”, está no cerne do momento que vivemos.

Diante da crise do capital, o Estado evidencia seu caráter eminentemente de classe. Esmaga qualquer ilusão em torno de uma “sociedade inclusiva” onde caibam todos e avança decididamente contra a classe trabalhadora.

É por isso, e muito mais, que precisamos dar início à contraofensiva dos trabalhadores na guerra de classes. A exigência primeira para este feito, no entanto, é a correção dessa rota histórica e o abandono das ilusões em relação ao sistema. É urgente afirmarmos um horizonte estratégico radical, utilizando de todos os processos políticos vigentes para acumular forças em torno dos objetivos centrais da classe trabalhadora: sua organização e a construção de seu programa revolucionário. Para isso, é necessária a afirmação de novas referências para a classe que superem seu passado recente de derrotas. Referências que afirmem cotidianamente em seu discurso e em sua práxis política a necessária ruptura com “tudo que está aí”. Em suma, é necessário que consolidemos referências em prol da revolução brasileira.

É imperativo que ampliemos o grau de organização dos trabalhadores brasileiros, catarinenses e florianopolitanos. Todas as condições para esta tarefa estão postas historicamente, sendo as cidades e suas aglomerações o centro da vida política nacional.

Enormes contingentes da classe trabalhadora, em especial de sua vanguarda operária, estão organizados, ou são passíveis de serem organizados. Significativa e capilarizada é a rede sindical existente que atravessa o Brasil e Florianópolis. Ademais, ainda que embrionariamente, novos contingentes da classe se articulam em prol das exigências de sobrevivência mais básicas. Também são fortes os vínculos que unem os trabalhadores na luta pelas condições de vida em seus bairros. Por sua vez, é poderosa e imprescindível a articulação entre o ainda existente sistema público de educação e seguridade social (saúde, previdência e assistência) com a população trabalhadora.

É visível, também, que as últimas décadas foram intensas em lutas populares capazes de movimentar amplos setores da sociedade. Entre alguns exemplos de enfrentamento aos interesses dos poderosos, vivenciamos em Florianópolis uma luta aguerrida pelo passe livre e pelas ocupações urbanas.

Fica claro que a incapacidade de enfrentar a ofensiva do capital não se dá pela falta de instrumentos organizativos. O que ocorre é o desgaste político causado pelas derrotas que a classe viveu nas últimas décadas. Uma época que se notabilizou pela ampliação gigantesca da concentração de riqueza e poder na mão de poucos bilionários. O desgaste está posto sobre os ombros de quem desarmou a classe trabalhadora para o período da inevitável guerra de classes. A crise é do horizonte limitado do liberalismo de esquerda, que rebaixou todo o potencial organizativo da classe, construído desde o final da ditadura militar, ao horizonte restrito da política pública e da afirmação da ausência de um futuro socialista.

É diante deste cenário que Mauricio Mulinari se apresenta como candidato a vereador em Florianópolis nas eleições de 2020. É urgente o tempo da revolução brasileira. É fundamental a proposta de um programa socialista que articule projetos de construção coletiva, radical e revolucionária, firmemente vinculados à vida dos trabalhadores da cidade. Resistir, somente, não é mais possível. É preciso promover uma reorientação ofensiva dos trabalhadores na luta de classes.

Acreditamos na autogestão articulada, na força dos sindicatos e conselhos de bairro e no protagonismo dos trabalhadores em todas as decisões políticas da cidade é a forma de superar este cenário que vivemos. É por isso que propomos a construção de um mandato parlamentar comprometido com a articulação da luta dos trabalhadores e trabalhadoras de Florianópolis. Não estaremos simplesmente “à disposição”, como repete o cansativo cretinismo parlamentar de sempre. O mandato estará ativamente envolvido e comprometido com a mobilização e organização das lutas populares. Sempre apontando para o necessário horizonte da revolução social e da construção do socialismo e da liberdade.

A guerra de classes inaugurou uma nova era política. Nosso papel não pode ser o de alimentar os espíritos do passado.

Nossa luta é pela construção do futuro!

Mauricio Mulinari

Declarações de apoio

Apoiam a Candidatura de Mauricio Mulinari

Adailton Pires Costa – Servidor do TRT12

Adriana Ábila – Estudante Economia – UFSC

Allan Bezerra – Estudante Biblioteconomia – UFSC

Aline Thessing – Professora

Ana Carolina Bordini Brabo Caridá – Professora do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC

Ana Claudia Perpétuo de Oliveira – Professora do Departamento de Ciência da Informação – UFSC

Ana Flávia Carniel – Estudante Farmácia – UFSC

Ana Maria Baima Cartaxo – Professor do Departamento de Serviço Social – UFSC

Ana Paula Schmitt Maluf – Psicóloga

Ana Sophia Sovernigo – Estudante Jornalismo – UFSC

Andressa Bocasanta – Estudante Biologia – UFSC

Andreza Gazzana da Silva Possenti Farias – Estudante Educação Física – UFSC

Andriele Reichert – Estudante Biologia – UFSC

Arland Tássio de Bruchard Costa – Economista e Servidor do CSE – UFSC

Arthur Mecabo – Estudante Odontologia – UFSC

Barbara Janaina Pansera – Estudante Fonoaudiologia – UFSC

Barbara Leone Silva – Estudante Pós-Graduação Nutrição – UFSC

Beatriz Paiva – Professora do Departamento de Serviço Social – UFSC

Bernardo Juvenardi Burigo – Músico

Bianca Aline Vargas da Rosa – Graduada em Serviço Social e Direito

Bruna Espíndola – Estudante Arquitetura e Urbanismo – UFSC

Caciano dos Santos Machado – Técnico Administrativo – UFRGS e Doutorando CTC – UFSC

Camila Monteiro de Barros – Professora do Departamento de Ciência da Informação – UFSC

Carlos Adelino Loiola Rosa – Realizador Audiovisual

Carlos Augusto Paula Nogueira – Aposentado

Carlos Magno da Silva Bernardo – Presidente do SINPROESC e Secretário-Geral da UGT/SC

Carmen Susana Tornquist – Professora do PPGPlan-UDESC e Membro da APRUDESC e Andes-SN

Carolina Bortoli Goldbach – Estudante Arquitetura e Urbanismo – UFSC

Carolina Faraco Santolin – Dirigente do SINERGIA-SC

Cláudia Rodrigues de Souza –  Secretaria de Estado da Administração de SC – SEA / Perícia Médica

Cleidson Valgas – Servidor da Saúde Estadual

Cristiano Flesch Martins Prim – Fotógrafo Cultural

Cristina Souza da Silva – Historiadora

Cyntia de Oliveira e Silva  Professora da Oficina da Palavra e Servidora Aposentada do TRT 

Cyro Schmidt – Advogado e Estudante de Psicologia

Daniel da Cunda Corrêa da Silva – Economista, Professor da Univali e Membro da ACD

Daniel Rosick da Rosa – Geógrafo

Daniela Mayorca – Psicóloga

Daniella Camara Pizarro – Professora Biblioteconomia – UDESC

Danilo Ledra – Servidor Técnico-Administrativo da UDESC e Presidente do SINTUDESC

Dauto João da Silveira – Professor e Doutor em Sociologia

Diego Cidade – Estudante Física – UFSC

Diego Dias Caramez Rodrigues – Estudante Arquitetura e Urbanismo – UFSC

Dilceane Carraro – Professora do Departamento de Serviço Social – UFSC

Dorva Rezende – Jornalista e Editor

Douglas Francisco Kovalesky – Professor do Departamento de Saúde Pública – UFSC

Edivane de Jesus – Professora do Departamento Serviço Social – UFSC

Elisa Wollinger Niehues – Estudante Línguas e Literaturas Vernáculas – UFSC

Elizandro Maurício Brick – Professor da Licenciatura em Educação do Campo e do PPGECT – UFSC

Emilly Tavares de Moraes – Estudante Biologia – UFSC

Fabiana Luiiza Negri – Professora do Departamento de Serviço Social – UFSC

Fábio Lopes – Professor do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas – UFSC

Fabrício Bastos Nogueira – Trabalhador Autônomo

Fabrício Menegon – Professor do Departamento de Saúde Pública – UFSC  

Felipe dos Santos Pereira – Técnico em Edificações

Felipe Maciel Martins – Estudante Economia – UFSC

Fernanda Figueiredo Mendes – Médica Veterinária

Fernanda Lino – Professora da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis

Fernanda Rosa do Nascimento – Mestranda em Serviço Social – UFSC

Fernando Rabello Mendes Filho – Cirurgião Dentista

Filipe Penati Ferreira – Estudante Engenharia de Produção- UFSC

Flavia Aline de Oliveira – Mestre em Sociologia Política

Franklin Lacerda da Silva – Presidente do SINTRAUTO-SC

Gabriel Luiz Manrique Ursini – Economista e Servidor da UFSC

Gabriel Mattos – Professor de Educação Física

Gabriela de Lima – Estudante Filosofia – UFSC

Genilson Geraldo – Mestrando em Ciência da Informação – UFSC

George Leal – Professor

Gessica Carolina Goulart Pinto – Estudante Direito – UFSC

Gilberto Antônio Vanetti – Professor 

Gilberto Ferreira – Professor e Membro da ACD

Guilherme Fissmer – Economista

Guilherme Peres Fiuza Lima – Diretor do SINJUSC

Guilherme Constantino Silva – Assessor de Comunicação

Guilherme Mulinari – Doutorando PPGECT – UFSC

Gustavo Pinto – Servidor UDESC

Helena de Sturdze – Servidora da UFSC

Henrique “Kike” Bortoli Goldbach – Estudante Filosofia – UFSC

Henrique Kiyoshi Ishihara – Estudante Economia – UFSC

Hugo Mendes Miranda – Acompanhante Terapêutico

Humberto Roesler Martins – Coordenador-Geral do SINTUFSC

Irineu Manoel de Souza – Professor e Diretor do Centro Sócioeconômico – UFSC

Isabela Wilwert Schumann – Estudantes Artes Visuais – UDESC

Jaime Hillesheim – Professor do Departamento de Serviço Social – UFSC

Jeanine Santos da Silva – Analista de Sistemas e Presidente do SINDPD

Jessicamila dos Santos Pais Iglesicas – Enfermeira

João Luis Abrantes Bertoli –  Sócio-administrador na Jobs Empregos

Joel Nunes da Silva – Motoboy e Assistente Social

Jonaz Gil Barcelos – Doutorando do PPGSS – UFSC

Jorge Cordeiro Balster – Servidor do CED – UFSC

Jorge Soler – Estudante Arquitetura e Urbanismo – UFSC

José Adelino Alves – Professor e Ativista Sindical 

José Álvaro Cardoso – Economista e Assessor Sindical

José dos Santos Júnior – Eletricitário

José Luciano Nascimento – Trabalhador do SINTUFSC

Julia Mulinari – Estudante Odontologia – UFSC

Juslaine Machado de Quadros – Advogada

Karina Costa – Estudante Economia – UFSC

Karine Albrescht Kerr – Diretora do SINTUFSC

Laila Figueiredo Di Pietro – Doutora em Ciência da Informação

Laís de Souza – Estudante Educação Física Licenciatura – UFSC

Lauro Mattei – Professor do Departamento CNM – UFSC e Coordenador Geral do Necat

Leandro Nunes – Doutorando Programa de Pós-Graduação em Serviço Social – UFSC

Leonardo Uzejka – Professor

 

Letícia Fiera – Professora da Rede Estadual de Ensino

Letícia Regiane da Silva Tobal – Tradutora e Intérprete de LIBRAS e Diretora do SINTUFSC

Liliane Medeiros Fonseca – Turismóloga

Luana de Moura Dias – Trabalhadora do Setor de Transportes

Lucas Haygert Pantaleão – Doutorando em Serviço Social – UFSC

Lucas Pereira da Silva – Servidor da SETIC – UFSC

Lucas Pottmaier Ávila – Estudante Relações Internacionais – UFSC

Lucca Mazza – Estudante Psicologia – CESUSC

Luciana Pedrosa Marcassa – Professora do Departamento de Metodologia de Ensino – UFSC

Luciana Raimundo – Servidora UFSC e Doutora em Ciência Política

Luciano Córdova – Economista

Luciano Wolffenbüttel Véras – Servidor Público Federal e Diretor SINDPREVS/SC e FENASPS

Luis Felipe Aires Magalhães – Economista e Doutor em Demografia

Luis Fernando da Silva – Advogado

Luiz Afonso Zaneti – Professor da Rede Estadual de Ensino

Luiz Felipe Domingos – Estudante Direito – UFSC

Luiz Felipe Rachadel – Servidor Técnico-Administrativo do IFSC

Luíza Seffrin von Mühlen – Estudante Odontologia – UFSC

Luis Henrique Souza Mendonça – Engenheiro Mecânico

Madeleine Trindade Nunes – Bibliotecária

Maicon Claudio da Silva – Servidor IELA – UFSC

Maicon Rodrigo Pereira – Estudante Educação Física e Trabalhador assalariado

Manoela de Borba – Jornalista

Manuela Darosci – Pós-graduanda em Serviço Social – UFSC

Marcela Cornelli – Jornalista do SINDPREVS

Marcelo Borret Cortez – Professor Rede Privada de Ensino

Marcelo Pagani – Engenheiro Eletricista

Marcio Antonio de Mello – Diretor do SEAGRO

Marco Aurélio Schmitt da Silva – Estudante Arquitetura e Urbanismo – UFSC

Marcos Rogério Palmeira – Advogado 

Marcus Paulo Pessôa – Coordenador-Geral do SINTUFSC

Maria Dulce Figueiredo Mendes – Técnica de Enfermagem Aposentada

Maria Eduarda Corrêa Boell – Estudante Farmácia – UFSC

Maria Eduarda Munaro – Estudante Economia – UFSC

Marilene dos Santos – Técnica em Enfermagem, Servidora do HU e do Hospital Regional de São José e Diretora do SINTUFSC

Marion da Silva Bittencourt – Aposentada

Marli Dias de Souza Pinto – Professora do Departamento de Ciência da Informação – UFSC

Marlon de Oliveira Xavier – Mestrando em Direito e Membro da Associação de Pós-Graduandos – UFSC

Matheus Anlauf Meneghini – Estudante Economia – UFSC

Matheus Maier – Estudante de Economia – UFSC

Matheus Rosa – Estudante Economia – UFSC

Maurício Madalozzo – Economista

Meire Sousa – Mestre em Linguística

Micael Salton – Servidor e Conselheiros Universitário – UFSC

Moacir Padilha – Diretor do SEEF

Monica Almeida – Proprietária Bar Curupira

Natália Dreher – Estudante Biologia – UFSC

Natan Savietto – Professor da Rede Estadual de Ensino

Nathália Beck – Agrônoma

Neusa Maria Vill – Trabalhadora do SINTUFSC

Nicolas Bonelli – Estudante Psicologia – UFSC

Nildo Domingos Ouriques – Economista, Professor do Departamento CNM – UFSC e Presidente do IELA]

Norberto José Siemann Lopes – Gerente de Projetos

Obérti Mayer – Servidor do IFSC

Oswaldo Miqueluzi – Advogado

Paola Cristina de Freitas Villa – Mestranda em Filosofia e Membro da Associação de Pós-Graduandos – UFSC

Paulo Ricardo do Canto Capela – Professor do Departamento de Educação Física – UFSC

Pedro Gabriel Gabiatti Guardini – Estudante Filosofia – UFSC

Pricianne Palha de Andrade – Estudante Biblioteconomia – UFSC

Priscila Machado Borges Sena – Bibliotecária Pesquisadora do CRB-14  e Doutora em Ciência da Informação 

Rafael Caetano Cherobin – Doutor em Direito e Professor Universitário

Rafael Casaril – Engenheiro Civil

Rafael Celeste – Advogado e Mestrando de Direito – UFSC

Rafael Reckziegel – Bancário

Rafael Silva – Professor de História

Rafael Serrao – Assessor Sindical

Rafael Rosa Hegemeyer – Professor do Departamento de História – UDESC e Presidente da APRUDESC

Renato José Hendges Júnior – Servidor Técnico-Administrativo UFSC

Ricardo Gaspar Muller – Professor Aposentado – UFSC

Ricardo Lara – Professor do Departamento de Serviço Social – UFSC

Roberto Carlos Alves – Servidor do CSE – UFSC

Roberto “Beto” Ramos Schmidt – Advogado

Rodrigo Sales – Professor do Departamento de Ciência da Informação – UFSC

Rogério Manoel Correa – Presidente do SEEF 

Rosilene Amorim dos Anjos – Orientadora Educacional de Rede de Educação de Florianópolis e Membro da ACD

Rubens Lopes – Jornalista

Sandra Werle – Jornalista da Letra Editorial

Sebastião Amaral – Economista

Sergio Roberto Gomes Gonzalez – Professor do EJA Florianópolis 

Silvia Agostini Pereira – Jornalista

Silvia Helena Miollo Borgmann – Farmacêutica na PMF e Militante do SINTRASEM

Silvia Martins Tavares – Estudante Letras Português – UFSC

Simone Garcia – Jornalista

Simone Sobral Sampaio – Professora do Departamento de Serviço Social – UFSC

Sônia Lúcia Bastos Nogueira – Bancária

Tainam Marinho Pessoto – Economista e Servidor da UFSC

Tatiane dos Santos – Assistente Social

Thayná Ferreira Simões de Oliveira – Estudante Odontologia – UFSC

Thiago Cesar Ribeiro – Mestrando Economia UFRGS

Thiago de Sturdze – Servidor Técnico-Administrativo da UFSC

Thiago Moreno Fernandes – Mestrando em Engenharia Civil – UFSC

Tiago Pasito Schultz – Servidor da SETIC – UFSC

Toni Fernando Mendes dos Santos – Professor da Rede Estadual de Ensino

Úrsula Dias – Orientadora Educacional da Prefeitura Municipal da Florianópolis

Valdez Farias – Procurador Federal e Membro da APD – Associação das Advogadas e Advogados Públicos pela Democracia

Valter de Avila Siqueira – Estudante História UFSC

Vanessa Micheli Canei – Graduada em Relações Internacionais – UFSC

Vicente Loeblein Heinen – Estudante Economia – UFSC

Victor Hugo Azevedo Nass – Estudante Economia – UFSC

Victor Hugo Graffunder de Oliveira – Mestrando em Filosofia e Membro da Associação de Pós-Graduandos – UFSC

Victor Hugo Sieben – Estudante Serviço Social – UFSC

Virgínia Squizani Rodrigues – Antropóloga

Volmir Maurer – Advogado

Waldir José Rampinelli – Professor do Departamento de História – UFSC e Membro do IELA

Welerson Iam Costa – Estudante Música – Furb

Werner Kraus Júnior – Professor do Departamento de Engenharia de Automação e Sistemas – UFSC

* Os apoios refletem a posição pessoal dos assinantes, não necessariamente a das entidades às quais estão vinculados

Apoiadores de outras cidades

Alessandro Zelesco – Engenheiro – Rio de Janeiro / RJ

Alex Back – Engenheiro Eletricista – Curitiba / PR

Ana Jussemar dos Santos Colaço – Xanxerê / SC

Ana Paula da Cunda Corrêa da Silva – Aposentada – Palhoça / SC

Ana Rocha – Estudante Ciências Sociais – UNESP – Araraquara / SP

Ângelo Matheus Araújo Melo – Motorista de App – Mossoró / RN

Aurelio Laborda – Médico – Salvador / BA

Beatriz Pereira Ribeiro – Professora da Rede Estadual e Mestranda em História – UFSC – Joinville / SC

Bráulio Nereu – Nova Lima / MG

Bruno Wilwert Tomio – Mestrando em Educação Profissional e Tecnológica – Blumenau / SC

Carmen Lucia de Medeiros – Petroleira Aposentada – Salvador / BA

Caio Franco Martins Pereira – Estudante Biologia UFJF – Juiz de Fora / MG

Cesar Cordaro – Advogado e Ex-Procurador Geral do Município de São Paulo – São Paulo / SP

Celso Paixão – Comerciante – Fortalieza / CE

Daniela Pereira – Professora – Blumenau / SC

Denise Moreira – Analista Financeira – Americana / SP

Diogo Pereira dos Santos – Professor – Foz do Iguaçu / PR

Edmilson Aparecido da Silva – Maringá / PR

Elizandra Rodrigues Anselmo – Comerciária – Tubarão / SC

Fellipe Mose – Advogado Criminalista e Criminólogo – Rio de Janeiro / RJ

Gabriel Bao de Oliveira – Estudante Filosofia – UFSC – Araquari / SC

Gleice Carlos Nogueira Rodrigues – Arquivista da UFMS – Três Lagoas / MS

Gustavo Henrique de Siqueira – Doutorando em História – UDESC – Chapecó / SC

Igor Tanaka – PSOL Sorocaba – Sorocaba / SP

Isadora Biffi – Professora da Rede Pública – Jaboticabal / SP

Jacqueline Andriolli – Assistente Social – Brasília / DF

 

Janaína de Sousa – Professora de História da Rede Estadual de SP – Sertãozinho / SP

João Pedro Pereira – Cientista Político – Brasília / DF

Joelcio Cesar dos Santos (Sabá) – Presidente Sindicato dos Comerciários do Vale do Araranguá – Araranguá / SC

Kelson Sávio Oliveira Pires – Estudante Ciência Sociais – UESPI – Parnaíba / Ó

Lucas Alves Dias – Estudante Agronomia – UFJV – Unaí / MG

Luís Fellippe S. B. Mollossi – Professor do Instituto Federal Catarinense – IFC – Joinville / SC

Mahatma Ramos – Doutorando do IFCS – UFRJ – Rio de Janeiro / RJ

Marcelo Mendonça – Estudante de Direito – Estácio de Sá – Guatapará – SP

Marco Antonio de Moraes – Engenheiro Agrônomo – Sorocaba – SP

Marco Tuma – Publicitário – Belém / PA

Marcus Vieira Soares – Doutorando em Engenharia Elétrica – UDESC – Joinville / SC

Maria Isabel Francisco Schauffert – Jornalista – Itajaí / SC

Marta do Espírito Santo – Mococa / SP

Michael A. Cruz de Freitas – Estudante Geografia – UFPR – Curitiba / PR

Natal Aparecido Calixto Barbosa – Presidente do PSOL Arujá / SP

Nilton José Coelho Nego – PSOL São José – São José / SC

Pedro Antônio Chiquitti – Estudante Secundarista – Americana / SP

Pedro Machado – Estudante UFJF – Juiz de Fora / MG

Rafael José dos Santos – Sociólogo – Porto Alegre / RS

Rafael Luis Pavan Scatolin – Engenheiro e Professor – Pinhalzinho / SC

Roberta Moreira Gomes – Pós-graduanda em Educação Infantil – Maringá / PR

Sandra Alves Felício – Parapsicóloga – Joinville / SC

Sebastião Gontijo – Belo Horizonte / MG

Victor Paiva de Moraes Sarmento – Teresópolis / RJ

Vinícius Albuquerque Maia – Estudante – Juiz de Fora / MG

Apoie você também!