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Quem Reclama do Preço do Aluguel em Florianópolis?

Foi divulgada recentemente a prévia de outubro do IGP-M, índice que serve à “correção” dos preços dos aluguéis em todo o país. Segundo essa prévia, os aluguéis com data de reajuste para este mês devem aumentar em 20%. Isso significa que uma família que paga hoje R$ 1.000 de aluguel, passará a entregar mais R$ 200 de sua renda aos proprietários de seu imóvel ou à imobiliária que o gerencia.

O reajuste deve pesar ainda mais no bolso de quem vive numa cidade como Florianópolis, onde a especulação imobiliária construiu o 4º metro quadrado de terra mais caro do país. Mas quem reclamará desse aumento? Certamente não serão os grandes proprietários, as construtoras e os conglomerados imobiliários, que tem nele justamente sua fonte de lucro.

Quem deve reclamar do preço do aluguel é quem com ele compromete grande parte de sua renda, como ocorre com a maioria dos trabalhadores de Florianópolis. Para os trabalhadores da cidade, onde o desemprego beira os 15% e cerca da metade dos empregados não recebem mais do que 2 salários mínimos, pagar 20% a mais para ter onde morar é algo que definitivamente não cabe no orçamento.

É por isso que o combate à especulação imobiliária é uma das principais pautas de nossa candidatura. Essa luta começa na exigência da destinação de terras para moradias populares e na formação de conselhos por local de trabalho e de moradia para defender e organizar essa pauta. Todas estas formas de organização da classe na direção da revolução em Florianópolis.

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