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Mauricio Mulinari é catarinense natural de Xanxerê, no oeste do estado. Mudou-se para Florianópolis em 2006, quando iniciou a graduação em Ciências Econômicas na UFSC. Integrou-se, desde o início de sua trajetória na cidade, à militância política, participando durante a graduação das atividades do movimento estudantil. Foi integrante do Centro Acadêmico Livre de Economia, o CALE, entre os anos de 2006 e 2009, sendo vice-presidente da entidade na gestão 2007-2008. Durante o período da graduação, também participou do Observatório Latino-Americano, importante grupo de formação política que posteriormente se tornaria no Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC, o IELA, do qual hoje é membro.
Dessa integração entre os conhecimentos teóricos adquiridos durante o período da graduação e a inserção prática no movimento estudantil, surgiu uma convicção militante sobre a importância da organização dos trabalhadores em torno de um projeto revolucionário.

Fala de Conjuntura na Assembleia Estadual do SINTE, 2019.
Assembleia Estadual do SINTE, 2019.

Após a graduação, Mauricio Mulinari atuou como pesquisador em torno da questão agrária em Santa Catarina. Estudou a reforma agrária e aprofundou o debate em torno da formação socioeconômica do estado. Em 2015, passa a atuar como assessor sindical ao integrar o grupo de técnicos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) na subseção da FECESC, desenvolvendo importante trabalho junto ao movimento sindical catarinense.

Audiência pública em defesa da saúde dos trabalhadores na Alesc, 2016.

Como assessor sindical, atuou ativamente na formação política de dirigentes sindicais e na construção das lutas vivenciadas pelos trabalhadores nos últimos anos. Destaca-se a participação constante em torno da luta em defesa dos direitos trabalhistas e sociais, especialmente a previdência pública, que culminaram na sua importante participação na construção da grande Greve Geral de abril de 2017 em Santa Catarina e a Ocupação de Brasília de junho do mesmo ano.

Plenária Estadual da FECESC, 2018.
Ocupação de Brasília Contra a Reforma de Previdência, 2017.

Em 2017, Mauricio Mulinari participa da construção da Revolução Brasileira, assinando o seu Manifesto fundacional. A partir de então, dedica-se também às tarefas de estruturação nacional dessa organização política. Passa a nacionalizar suas discussões sobre o movimento sindical brasileiro, o subdesenvolvimento e a dependência na América Latina e  a convicção de uma necessária ruptura política em prol da classe trabalhadora, numa atuação conjunta entre vanguarda política, movimento sindical, entidades estudantis e movimentos populares.

Greve Geral dos Trabalhadores, 2019.

Em 2018, filia-se ao Partido Socialismo e Liberdade, participando da inserção da Revolução Brasileira como uma corrente interna do partido. A construção partidária, desde então, deu-se com base na afirmação da necessidade do partido assumir um novo radicalismo político que hoje já está presente nas ruas do mundo inteiro. Assim sendo, acredita na necessidade de colocar o PSOL na vanguarda das lutas populares nacionais, consolidando-o como uma alternativa que possa reconstruir os objetivos de fundação do partido que hoje se encontram pouco ou nada discutidos: o socialismo e a liberdade.

6 - Ato de Filiação, 2018
Ato de Filiação so PSOL, 2018.

Em 2019, Mauricio Mulinari inicia a Pós-Graduação em Serviço Social na UFSC, onde desempenha, de forma paralela à sua militância, pesquisas sobre a história do movimento sindical brasileiro e suas metamorfoses recentes, com destaque para as novas dinâmicas observadas a partir do Plano Real, na década de 90, e da crise capitalista que se expressou no Brasil no início da década de 2010.

Com todo esse acúmulo teórico e militante, Mauricio Mulinari se apresenta em 2020 como pré-candidato a vereador na cidade de Florianópolis. Em meio a mais uma etapa grave da crise capitalista, que impele as classes dominantes ao avanço contra a classe trabalhadora, o objetivo da pré-candidatura é construir uma referência que atue concretamente pela mobilização e organização dos trabalhadores da cidade de Florianópolis.

Palestra em Defesa da Previdência Social, 2017.

O Partido Socialismo e Liberdade nasce em 2004 com o objetivo de constituir uma nova radicalidade de esquerda na política nacional, em oposição ao projeto de conciliação capitaneado pelo governo do Partido dos Trabalhadores. Hoje o PSOL se organiza em nível nacional como um partido de tendências.

 

A Revolução Brasileira é uma organização política fundada em 2017 com o objetivo de romper com o liberalismo de esquerda e constituir uma nova vanguarda revolucionária da classe trabalhadora. Seu documento fundacional é o Manifesto Pela Revolução Brasileira, publicado em abril de 2017. A Revolução Brasileira é uma corrente interna do Partido Socialismo e Liberdade.

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